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domingo, 27 de outubro de 2013

QUAL A DIFERENÇA FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL?

Algumas pessoas desconhecem a diferença entre a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, acreditando que uma substitui a outro, ou mesmo que não existe diferença entre as profissões. 

A fisioterapia e a Terapia ocupacional são profissões distintas, ambas da área da saúde, de formação de nível superior. Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais são profissionais que cuidam da saúde, de maneira diferente, e trabalham de forma complementar. 

Uma pessoa que pode ser atendida por uma fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional para cuidar de um mesmo problema ou mesmo de problemas diferentes.

O terapeuta ocupacional trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dai-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.

O terapeuta ocupacional se ocupa da realização de atividades desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas que apresentem quaisquer alterações na realização de atividades de autocuidado ou de interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.

O Fisioterapeuta trabalha com recursos físicos, voltados à promoção, prevenção tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários à realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.

O fisioterapeuta trabalha com recurso físicos, voltados à promoção, prevenção, tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. 
Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários è realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos. 

O fisioterapeuta se ocupa do corpo em movimento, desde os movimentos mais simples e reflexos, aos mais complexos e integrados, em sua ambiência doméstica e de trabalho, nos espaços urbanos e rurais, favorecendo a locomoção e interação necessárias à participação social, o autoconhecimento e a exploração de potencialidades cinéticas (motoras) em busca de melhor funcionalidade e qualidade de vida. 

Fonte: Crefito 2

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

13 de Outubro - Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional



No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data.

O QUE FAZ?

O fisioterapeuta trata doenças e lesões causadas por acidentes, má-formação genética ou vícios de postura, seja prevenindo, reabilitando ou curando.

A prevenção é considerada, inclusive, a primeira atribuição da fisioterapia, cujo profissional deve alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em determinadas situações.

A fisioterapia de reintegração ou reabilitação visa reintegrar a pessoa à sociedade. Geralmente o fisioterapeuta estimula o potencial neurológico do paciente que sofreu lesões na área neurológica ou perdeu algum dos membros.

Já a fisioterapia curativa tem o objetivo de devolver os movimentos perdidos em decorrência de lesões graves ou restabelecer a força e vitalidade dos músculos.

Independente do tipo de intervenção, o fisioterapeuta pode atuar em vários ramos da medicina como a ortopedia, obstetrícia, pediatria, geriatria, reumatologia, medicina esportiva, neurologia, cardiologia e pneumologia.

O profissional pode escolher uma dentre várias das áreas existentes no mercado de trabalho, incluindo fisioterapia clínica, trabalhando em hospitais, consultórios, clínicas, centros de reabilitação e ambulatórios; saúde coletiva, onde elabora programas de saúde; educação, lecionando ou desenvolvendo pesquisa e em saúde esportiva, recuperando atletas. Além de se especializar em determinadas atividades terapêuticas como acupuntura, quiropraxia e osteopatia.

ONDE ESTUDAR?

Com duração de 4 a 5 anos, o curso superior em Fisioterapia tem disciplinas específicas como Anatomia, Bioquímica, Biofísica, Histologia, Embriologia, Fisioterapia, Metodologia, Prática Desportiva, Psicologia, Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Patologia, Primeiros Socorros, Saúde Pública, Cinesiologia e Cinesioterapia.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

13 de outubro - Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional


Em 13 de outubro, os Fisioterapeutas e os Terapeutas Ocupacionais de todo o país comemoram o seu dia. Nessa data, no ano de 1969, entrou em vigor o Decreto-Lei n°. 938, que trouxe a regulamentação das profissões, colaborando para o reconhecimento e a valorização dessas atividades. 

Seis anos depois, em 1975, foi criado o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), que veio exercer o controle ético, científico e social das atividades da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, dos profissionais e das empresas prestadoras de tais serviços.

Ao longo dessas quatro décadas de regulamentação, as profissões conquistaram o reconhecimento da sociedade. E hoje, são valorizadas e estão inseridas em todos os níveis de atenção à saúde, seja na promoção, na prevenção e / ou na recuperação de pacientes. 

Para o presidente do Conselho, Roberto Cepeda, o Coffito teve uma participação fundamental nessas conquistas. “Como entidade de maior representação nacional, o Coffito contribui ao longo do tempo para o engrandecimento, o crescimento, o fortalecimento e o reconhecimento social e científico das profissões. Nossa luta é constante para garantir a melhoria das profissões”, destaca o presidente.

É com muito orgulho e satisfação que o Coffito parabeniza os 152.250 fisioterapeutas e 13.444 terapeutas ocupacionais brasileiros que promovem e preservam a vida!

Fonte: Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO.

domingo, 12 de junho de 2011

Sedentarismo em Profissional da Saúde



O sedentarismo prevalece entre 27,5% dos profissionais de saúde. A pesquisa também apontou um maior percentual de sedentarismo em profissionais que trabalham em municípios de grande porte e têm alto nível socioeconômico.

Para o estudo, publicado na revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz, foram analisados 3.347 trabalhadores. O trabalho, feito por pesquisadores das universidades federais de Santa Catarina e de Pelotas abrangeu profissionais de saúde de 240 unidades básicas de saúde (UBS) nas regiões Sul e Nordeste do Brasil.

"É urgente a necessidade de estratégias para estimular os profissionais de saúde a uma mudança de comportamento", alertam os pesquisadores no artigo. "Nesse sentido, cabe destacar a importância de projetos de capacitação de profissionais de saúde para a orientação e a prática de atividade física, a articulação entre profissionais de UBS e educadores físicos, e estudos de intervenção sobre a temática".

Trabalhadores da saúde

Todos os profissionais das UBS avaliadas foram convidados a participar do estudo, o que incluiu médicos, enfermeiros, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, técnicos e auxiliares de enfermagem, recepcionistas e agentes comunitários de saúde.

A média de idade encontrada foi de 37 anos e, em termos de atividade profissional, 33% eram agentes comunitários de saúde.

Com relação às regiões do país, os profissionais se mostraram mais sedentários em municípios com mais de 500 mil habitantes, tanto no Sul (33,8%), quanto no Nordeste (28,8%).

Nos municípios com menos de 200 mil habitantes as prevalências variaram de 24% no sul a 21,8% no nordeste.

Mais rico, mais sedentário

"O sedentarismo foi significativamente maior naqueles que trabalham no modelo tradicional de UBS em relação àqueles vinculados ao programa de saúde da família (PSF)", comentam os pesquisadores. Além disso, trabalhar na UBS até 20 horas por semana e executar suas funções em um regime de trabalho precário não mostraram associação com o sedentarismo.

"A hipótese é que as práticas de deslocamento ativo, serviços domésticos pesados, atividades física pesada no trabalho sejam mais frequentes entre os pobres, gerando maior nível de atividade física total em comparação aos ricos, os quais apresentam maior prática de atividades física no lazer", explicam os pesquisadores.

Sedentarismo e educação

"A escolaridade esteve associada ao sedentarismo no Nordeste, e os profissionais com pós-graduação foram os mais sedentários", afirmam os pesquisadores. "Já no Sul, o tabagismo mostrou-se associado ao sedentarismo, o que nãofoi verificado no Nordeste".

Os pesquisadores ainda apontam a possível necessidade de orientação desses profissionais de saúde nas UBS.

"Os resultados também estimulam a pensar na possibilidade real da presença de profissional de educação física no grupo de profissionais que atendem a população, pela possibilidade de contribuir para a mudança de comportamento entre seus colegas profissionais e pelos benefícios que podem estender-se à população em geral que utiliza as UVS", concluem os pesquisadores.

Fonte: Jornal da Saúde

terça-feira, 19 de abril de 2011

Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais articulam paralisação - Tribuna de Minas

Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais de Minas Gerais estão dispostos a interromper os atendimentos por meio de convênios de saúde durante cerca de cinco dias. O objetivo é protestar contra os baixos valores repassados aos profissionais por procedimentos executados pelo sistema. Segundo representantes da categoria, a tabela não é reajustada há mais de 15 anos e, na maioria dos casos, são pagos entre R$ 4,20 e R$ 12 por sessão. De acordo com o presidente do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais de Minas, Bruno Yuuki Lopes Fukino, a classe se reúne na semana que vem para articular uma audiência pública na Assembléia Legislativa, na qual sejam discutidas as condições da categoria. Em seguida, os sindicalistas vão decidir as datas da paralisação.

Bruno explica que a paralisação não pode ter duração inferior a cinco dias para que tenha impacto real sobre as operadoras de plano de saúde. Ele espera uma adesão significativa, já que nenhum estabelecimento ligado ao ramo da fisioterapia se opôs à proposta. Bruno afirma já ter havido diálogos acerca da situação dos profissionais com as administradoras de convênios, mas nada foi feito ainda. "Há casos em que o fisioterapeuta fica durante uma hora com o paciente e recebe R$ 6,20 por isso." Esse quadro, na visão dele, acaba refletindo negativamente na qualidade dos trabalhos.

A professora da Faculdade de Fisioterapia da UFJF e vice-coordenadora da Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia, Maria Alice Junqueira Caldas, defende que a mobilização se torna relevante por trazer à tona as condições da categoria. Como ela pontua, a classe passou muito tempo sem ter sindicatos, e, por conta disso, vive um quadro de pouco entrosamento. Embora ela não saiba dimensionar qual será a adesão local, acredita ser possível executar a paralisação sem causar prejuízos aos pacientes, já que podem ser mantidos 30% dos atendimentos, além de não haver interrupção nas demandas hospitalares e ambulatoriais.

Caso seja colocada em prática, será a segunda paralisação ligada a convênios de saúde neste ano, motivada pela insatisfação com os valores pagos aos profissionais. No início do mês, médicos de todo o país suspenderam, por um dia, o atendimento a pacientes por meio de convênios. Em Juiz de Fora, a estimativa do Sindicato dos Médicos foi de cerca de 85% de adesão.
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