Resultados da pesquisa

Mostrando postagens com marcador fisioterapia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fisioterapia. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de outubro de 2013

QUAL A DIFERENÇA FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL?

Algumas pessoas desconhecem a diferença entre a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, acreditando que uma substitui a outro, ou mesmo que não existe diferença entre as profissões. 

A fisioterapia e a Terapia ocupacional são profissões distintas, ambas da área da saúde, de formação de nível superior. Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais são profissionais que cuidam da saúde, de maneira diferente, e trabalham de forma complementar. 

Uma pessoa que pode ser atendida por uma fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional para cuidar de um mesmo problema ou mesmo de problemas diferentes.

O terapeuta ocupacional trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dai-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.

O terapeuta ocupacional se ocupa da realização de atividades desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas que apresentem quaisquer alterações na realização de atividades de autocuidado ou de interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.

O Fisioterapeuta trabalha com recursos físicos, voltados à promoção, prevenção tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários à realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.

O fisioterapeuta trabalha com recurso físicos, voltados à promoção, prevenção, tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. 
Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários è realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos. 

O fisioterapeuta se ocupa do corpo em movimento, desde os movimentos mais simples e reflexos, aos mais complexos e integrados, em sua ambiência doméstica e de trabalho, nos espaços urbanos e rurais, favorecendo a locomoção e interação necessárias à participação social, o autoconhecimento e a exploração de potencialidades cinéticas (motoras) em busca de melhor funcionalidade e qualidade de vida. 

Fonte: Crefito 2

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Fisioterapia na reabilitação de mulheres operadas por câncer de mama

             A fisioterapia acompanha as mulheres que têm sido submetidas a cirurgias da mama por tumores malignos. A abordagem inicia-se no pré-operatório. As mulheres são orientadas quanto à postura que irão adquirir no pós-cirúrgico (PO) e a importância da aderência à reabilitação. 
     Quanto mais precoce forem orientados os exercícios, mais rapidamente a mulher responderá ao tratamento. Do PO 0 ao PO 15, os exercícios de mobilização precoce do membro superior deverão ter a sua amplitude limitada, devem ser incluídos exercícios posturais simples e dinâmicos, além da automassagem de drenagem linfática a partir do PO 1. Do PO 15 em diante a reabilitação funcional é mais ativa. A amplitude de movimentos deve ser alcançada no menor espaço de tempo possível, levando-se sempre em conta as dificuldades individuais de cada paciente (Camargo, Marx, 2000).
       As pacientes submetidas ao tratamento fisioterápico diminuem seu tempo de recuperação e retornam mais rapidamente às suas atividades cotidianas, ocupacionais e desportivas, readquirindo amplitude em seus movimentos, força, boa postura, coordenação, auto-estima e, principalmente, minimizando as possíveis complicações pós-operatórias e aumentando a qualidade de vida (Silva et al, 2004).

Linfedema e Linfoterapia

          Entre as complicações, o linfedema é o mais temido pelas mulheres. O linfedema pode ser definido como um acúmulo anormal, crônico e progressivo de proteínas e líquidos no espaço intersticial, edema e inflamação crônica, estando relacionado, no caso do câncer de mama, com a extremidade ipsilateral à cirurgia (Panobianco, Mamede, 2002; Júnior et al, 2001). Estudos clínicos e experimentais feitos por vários investigadores mostraram que o linfedema de membro superior pós-mastectomia ocorre devido à obstrução do fluxo linfático na axila (Box et al, 2002). Qualquer redução na capacidade do sistema linfático de drenar líquido do interstício para o sangue irá causar alterações no tecido cutâneo e subcutâneo da parte afetada do corpo (Tengrup et al, 2000; Petrek et al, 2000).
          Pessoas com linfedema podem ter problemas significativos, incluindo desconforto, dor e dificuldade funcional da extremidade afetada, e a sua descoberta precoce pode poupá-las de um atraso na implementação do tratamento (Morrell et al, 2005). Além do dano estético e prejuízo funcional do membro afetado, essa condição pode causar depressão, ansiedade, levando ocasionalmente a condições que ameaçam a vida (National Breast Cancer Centre, 2000; Box et al, 2002).
          A linfodrenagem manual deverá ser iniciada já no PO 1 com o objetivo de diminuir a quantidade de líquido drenado e melhorar a reabsorção linfática pelas vias colaterais naturais (Camargo, Marx. 2000).
          Em grandes centros, a reabilitação dessas mulheres é feita em grupos coletivos, o que promove interação entre elas, troca de experiências e incentivo à realização dos exercícios, o que torna a sessão mais agradável e estimulante (Reabilitação de Mastectomizadas – REMA, 2003; Caism Unicamp, 2003; Buttros, 2003; Escola Paulista de Medicina, Reabilitação funcional, 2003).
      A fisioterapia pós-operatória no câncer de mama possui vários benefícios. Primeiramente, ela irá permitir a eliminação ou o não surgimento de um problema articular inaceitável, num contexto já sobrecarregado de conseqüências físicas e psicológicas. Secundariamente, facilitará a integração do lado operado ao resto do corpo e as atividades cotidianas. Finalmente, irá auxiliar na prevenção de outras complicações comuns na paciente operada de câncer de mama (Yamamoto, Yamamoto, 2007).

          As conseqüências físicas dos tratamentos da mama aparecem com uma freqüência diretamente proporcional à radicalidade do tratamento. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, estão sendo feitos estudos, a fim de impedir o esvaziamento axilar.
      Paralelamente à evolução do tratamento médico do câncer de mama, tornou-se imprescindível a abordagem multidisciplinar dessas pacientes, considerando não só o quadro patológico, mas também a reabilitação global, física, psicológica, social e profissional, além de se preocupar com a manutenção e melhora da qualidade de vida das pacientes.
          Tendo em vista não somente a recuperação do câncer, mas também a reabilitação global no âmbito físico, a fisioterapia desempenha um papel fundamental nesta nova etapa da vida da mulher operada, pois além de significar um conjunto de possibilidades terapêuticas físicas passíveis de intervir desde a mais precoce recuperação funcional, até a profilaxia das seqüelas, além de diminuir o tempo de recuperação, com retorno mais rápido às atividades cotidianas e ocupacionais, colaborando com sua reintegração à sociedade, sem limitações funcionais.

Fonte: O Mundo da Saúde São Paulo 2008; 32(4):506-510.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dor Ciática

O que é isso?

Dor ciática é a dor persistente sentida ao longo do nervo ciático. Este nervo é executado a partir da parte inferior das costas, descendo pelas nádegas e perna. É o maior nervo do corpo. A dor ocorre quando este nervo é comprimido ou lesionado. É mais comumente resultado de inflamação, alargamento ósseo devido a artrite ou um disco deslocado (hérnia) na parte inferior da coluna.


Sintomas:


A dor ciática causa começa na parte inferior das costas e se espalha pelas nádegas, pernas, panturrilha e, por vezes, chega ao pé. Às vezes, começa gradualmente, piora durante a noite, e é agravada pelo movimento. A dor ciática também pode causar formigamento, dormência ou fraqueza muscular na perna afetada.



Diagnóstico:

Para procurar por problemas em sua coluna vertebral e nervos relacionados, o seu fisioterapeuta pode pedir-lhe para executar uma série de testes que irá verificar a sua força muscular, reflexos e flexibilidade.


Teste de elevação da perna reta:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal.
- Objetivos: compressão nervosa da região lombar, compressão de nervo ciático ou encurtamentos musculares

- Descrição do teste: o terapeuta eleva passivamente o membro inferior com o joelho em extensão e verifica a reação do paciente.

- Tensão sobre o nervo ciático se dá entre 35° e 70° graus. A partir de 70° o estresse será maior na coluna lombar.

- É necessário prestar muita atenção no momento do teste, para que o terapeuta saiba diferenciar uma dor ciática ou encurtamento de isquiostibiais. Se a dor for do tipo queimação, choque, ardência, fisgada, ela poderá ser de origem neural., leve desconforto sugere encurtamento muscular.

- Sinais e sintomas: o paciente geralmente esboça uma reação dolorosa característica e isso será visível na observação de sua face.



Teste De Laségue:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal.

- Segue o mesmo raciocínio do teste de elevação da perna reta, agindo sobre o nervo ciático (L5,S1,S2)

- Objetivos: compressão nervosa da região lombar, compressão de nervo ciático.

- Durante a elevação passiva do membro inferior o terapeuta deverá parar a elevação no momento que o paciente começar a manifestar dor e, logo após o terapeuta deverá realizar uma dorsiflexão do pé do paciente para confirmar a suspeita de ciatalgia através da expressão dolorosa por parte do paciente.

- Sinais e sintomas: Na manobra de lasègue, o paciente refere uma forte dor inconfundível quando na presença de uma hérnia discal em nível de L4-L5 ou L5-S1 ou ainda no quadro da pseudociática, na qual o músculo piriforme está contraturado e "prende" o nervo ciático quando este atravessa o seu ventre.



Elevação Da Perna Oposta:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal. 

- Objetivo: avaliar presença de hernia discal ou pinçamento de nervo ciático.

- Descrição do teste: nesse teste o terapeuta eleva o membro inferior assintomático.

- Caso o paciente manifeste dor no membro que está sobre a maca é um indicativo de que o paciente seja portador de uma hérnia de disco.

- Sinais e sintomas: o paciente no momento do teste confirmará ou não a dor que poderá estar situada ou na coluna lombar ou no trajeto do nervo ciático.



Sinal da Corda de Arco ou Bowstring-Sign:

- Posição do paciente: decúbito dorsal. 

- Objetivo: verifica irritação ciática.

- Descrição do teste: O teste começa, com o terapeuta elevando o membro inferior com o joelho em extensão próximo a 70° e logo após realiza uma flexão passiva do joelho em torno de 20°, o terapeuta apalpa o nervo ciático na fossa poplítea.

- Caso haja uma manifestação dolorosa do paciente ao simples toque do nervo distendido, o teste será positivo.

- Sinais e sintomas: o paciente, no momento do teste, deverá estar relaxado e permitir a flexão passiva do membro inferior.

- Após a elevação do membro, o nervo ciático ficará tenso e caso haja a presença de hérnia discai na região lombar ou se o nervo estiver "preso" na sua passagem pelo músculo piriforme, o paciente manifestará a dor.



Duração esperado:

Ciática geralmente desaparece por si só após um período de descanso e atividades limitadas. A maioria das pessoas com dor ciática se sentem melhores dentro de 6 semanas. A dor que dura mais de 6 a 12 semanas deve levar a uma visita de acompanhamento com seu médico. Se os sintomas forem graves ou prolongados, pode ser encaminhados para um médico que se especializa no tratamento de dor nas costas.


Prevenção:

Uma vez que a dor ciática passe, existem exercícios, alongamentos e outras medidas que podem impedi-la de voltar. O fisioterapeuta pode desenvolver um programa personalizado de prevenção. Aqui estão alguns passos que você pode tomar, entretanto:


Pratique uma boa postura:
  • Quando ficar em pé, procure ficar alinhado, com os ouvidos na linha dos ombros. 
  • Alinhe também os ombros com seus quadris e seus glúteos.
  • Faça flexões abdominais. Estes exercícios fortalecem os músculos abdominais que ajudam a apoiar sua região lombar. 
  • Caminhadas e natação ajudam a fortalecer a região lombar.
  • Quando tiver que levantar objetos faça com segurança. Levante sempre de uma posição de cócoras, usando seus quadris e pernas para fazer o trabalho pesado. Nunca se curvar e levantar com as costas retas.
  • Evite ficar sentado ou em pé por longos períodos. Se você trabalha sentado, faça pausas regulares para ficar em pé e andar. 
  • Use a postura adequada para dormir. Tire a pressão de suas costas dormindo de lado e colocando um travesseiro sob os joelhos.
  • Sente-se numa cadeira e incline-se em direção ao chão, segure por 30 segundos e solte. Repita 6 a 8 vezes. Isso ajuda a alongar a lombar.
  • Evite usar saltos altos. Sapatos com saltos que são mais de 1 polegada de altura deslocam seu peso para a frente, jogando o corpo para fora do alinhamento.
Tratamento:



A dor ciática normalmente pode ser tratada com sucesso por um breve período de descanso e limitando as atividades diárias. Evite o repouso absoluto prolongado que pode realmente fazer a dor piorar. Comece exercícios suaves para melhorar a mobilidade e fortalecer as costas assim que puder. A fisioterapia convencional, osteopatia e acupuntura são ótimas alternativas para acabar com as dores.


Alguns tratamentos realizados pela Fisioterapia:
  • Terapia Manual:
Utiliza os recursos manuais para interferir na estrutura e função do organismo. A técnica ajuda a reconhecer a patologia e busca a recuperação da lesão encontrada.

  • Mobilização neural:

Atua na raiz e no trajeto nervoso, liberando-o de qualquer bloqueio (compressão ou aderência), e desta forma elimina a dor localizada.

  • Eletroterapia:

Utiliza equipamentos especializados, sendo que os mais usados são o de ‘ondas curtas’, ou seja, placas que aquecem os tecidos.

  • Hidroterapia:

São exercícios terapêuticos realizados em piscina aquecida e coberta, no qual se utiliza inúmeras técnicas de reabilitação, juntamente com os efeitos da pressão hidrostática, flutuação, viscosidade e os efeitos do calor, que vão resultar em diminuição da dor no nervo ciático.

  • Pilates:
Uma atividade física que trabalha todo o corpo, utilizando exercícios para fortalecer os músculos fracos, alongando os que estão encurtados e aumentando a mobilidade das articulações, sendo que os movimentos são feitos devagar e com muito controle para evitar estresse. 
  • Mesa de tração:
O paciente realiza os movimentos de tração, compressão e relaxamento da coluna, com a definição de uma carga mínima e outra máxima. Tais movimentos promovem uma abertura entre uma vértebra e outra. Assim, o nervo que passa pela coluna não fica comprimido.

Somente o fisioterapeuta está habilitado a realizar estes testes e tratamentos.

Fonte: Fisioterapia.com


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Atuação do Fisioterapeuta na Unidade de Terapia intensiva (UTI).

I. O que é uma Unidade de Terapia Intensiva?

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) caracteriza-se como um local para o adequado tratamento dos indivíduos que possuem um distúrbio clínico importante. Neste local existe um sistema de monitorização contínua que permite o rápido tratamento para os pacientes graves ou que apresentam uma descompensação de um ou mais sistemas orgânicos. A equipe que atua e presta atendimento neste local é multiprofissional, e é constituída por: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas cardiorrespiratórios, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

II. Qual o papel do fisioterapeuta na UTI?

A fisioterapia aplicada na UTI tem uma visão geral do paciente, pois atua de maneira complexa no amplo gerenciamento do funcionamento do sistema respiratório e de todas as atividades correlacionadas com a otimização da função ventilatória. É fundamental que as vias aéreas estejam sem secreção e os músculos respiratórios funcionem adequadamente. A fisioterapia auxilia na manutenção das funções vitais de diversos sistemas corporais, pois atua na prevenção e/ou no tratamento das doenças cardiopulmonares, circulatórias e musculares, reduzindo assim a chance de possíveis complicações clínicas. Ela também atua na otimização (melhora) do suporte ventilatório, através da monitorização contínua dos gases que entram e saem dos pulmões e dos aparelhos que são utilizados para que os pacientes respirem melhor. O fisioterapeuta também possui o objetivo de trabalhar a força dos músculos, diminuir a retração de tendões e evitar os vícios posturais que podem provocar contraturas e úlceras de pressão.

III. Quais recursos o fisioterapeuta utiliza nas UTIs?

O fisioterapeuta utiliza técnicas, recursos e exercícios terapêuticos em diferentes fases do tratamento, sendo necessário para alcançar uma melhor efetividade a aplicação do conhecimento e das condições clínicas do paciente. Assim, um plano de tratamento condizente é organizado e aplicado de acordo com as necessidades atuais dos pacientes, como o posicionamento no leito, técnicas de facilitação da remoção de secreções pulmonares, técnicas de reexpansão pulmonar,técnicas de treinamento muscular, aplicação de métodos de ventilação não invasiva, exercícios respiratórios e músculo-esqueléticos.


IV. Qual vantagem de ter o fisioterapeuta dentro da equipe multidisciplinar?

A presença do especialista em fisioterapia cardiorrespiratória é uma das recomendações básicas de todas as UTIs. O trabalho intensivo dos fisioterapeutas diminui o risco de complicações do quadro respiratório, reduz o sofrimento dos pacientes e permite a liberação mais rápida e segura das vagas dos leitos hospitalares. A atuação profissional também diminuiu os riscos de infecção hospitalar e das vias respiratórias, proporcionando uma economia nos recursos financeiros que seriam usados na compra de antibióticos e outros medicamentos de alto custo. Diante disso, a atuação do fisioterapeuta especialista nas UTIs implica em benefícios principalmente para os pacientes, mas também para o custo com a saúde num geral.


Fonte: Assobrafir - Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

13 de Outubro - Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional



No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data.

O QUE FAZ?

O fisioterapeuta trata doenças e lesões causadas por acidentes, má-formação genética ou vícios de postura, seja prevenindo, reabilitando ou curando.

A prevenção é considerada, inclusive, a primeira atribuição da fisioterapia, cujo profissional deve alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em determinadas situações.

A fisioterapia de reintegração ou reabilitação visa reintegrar a pessoa à sociedade. Geralmente o fisioterapeuta estimula o potencial neurológico do paciente que sofreu lesões na área neurológica ou perdeu algum dos membros.

Já a fisioterapia curativa tem o objetivo de devolver os movimentos perdidos em decorrência de lesões graves ou restabelecer a força e vitalidade dos músculos.

Independente do tipo de intervenção, o fisioterapeuta pode atuar em vários ramos da medicina como a ortopedia, obstetrícia, pediatria, geriatria, reumatologia, medicina esportiva, neurologia, cardiologia e pneumologia.

O profissional pode escolher uma dentre várias das áreas existentes no mercado de trabalho, incluindo fisioterapia clínica, trabalhando em hospitais, consultórios, clínicas, centros de reabilitação e ambulatórios; saúde coletiva, onde elabora programas de saúde; educação, lecionando ou desenvolvendo pesquisa e em saúde esportiva, recuperando atletas. Além de se especializar em determinadas atividades terapêuticas como acupuntura, quiropraxia e osteopatia.

ONDE ESTUDAR?

Com duração de 4 a 5 anos, o curso superior em Fisioterapia tem disciplinas específicas como Anatomia, Bioquímica, Biofísica, Histologia, Embriologia, Fisioterapia, Metodologia, Prática Desportiva, Psicologia, Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Patologia, Primeiros Socorros, Saúde Pública, Cinesiologia e Cinesioterapia.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

8 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL DA FISIOTERAPIA


Promovido pela World Confederation for Physical Therapy (WCPT), o Dia Mundial da Fisioterapia será assinalado dia 8 de Setembro, este ano sob o lema “Em forma para a vida”. À semelhança de anos anteriores, o tema central deste dia associa o movimento físico à promoção da saúde. “Se deseja continuar saudável, mantenha-se em movimento – ao longo de toda a sua vida” é o apelo comum aos diversos materiais informativos do Dia Mundial da Fisioterapia 2012.

De acordo com a WCPT, este dia é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo promoverem acções de sensibilização sobre o «contributo crucial» da sua profissão em manter as pessoas saudáveis, independentes e com mobilidade.

 Mais informações:

sábado, 17 de dezembro de 2011

FISIOTERAPIA É TERCEIRA PROFISSÃO MAIS FELIZ DO MUNDO

Pesquisa feita pela Universidade de Chicago lista as profissões mais felizes do mundo


Uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago e divulgada pela revista "Forbes" listou as dez profissões mais felizes do mundo.

A maioria delas é focada em áreas que se preocupam em ajudar as pessoas, espiritual ou fisicamente.

Outras ainda se destacam pela maior autonomia e possibilidade de criação.


Veja a lista completa:
1º - Clérigos
2 º - Bombeiros
3 º - Fisioterapeutas
4 º - Escritores
5 º - Professores de educação especial
6 º - Professores
7 º - Artistas
8 º - Psicólogos
9 º - Vendedores de serviços financeiros
10 º - Engenheiros de operação

A revista ainda listou o outro lado, com os dez trabalhos mais odiados, reunidos a partir de uma pesquisa feita pelo site "CarrerBliss".

Curiosamente, as profissões listadas como as mais odiadas tem salários maiores que as que fazem as pessoas mais felizes.

Veja a lista:

1º - Diretor de tecnologia da informação
2º - Diretor de vendas e marketing
3º - Gerente de produto
4º - Desenvolvedor web sênior
5º - Especialista técnico
6º - Técnico em eletrônica
7º - Secretário judicial
8º - Analista de suporte técnico
9º - Operador de CNC
10º - Gerente de marketing

Segundo analistas, apesar das carreiras mais odiadas pagarem melhor, o fato de a maioria delas não causar satisfação pessoal no sentido de fazer as pessoas se sentirem engajadas em algo, pesa contra elas.

Fonte: Folha de S.Paulo

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ALONGAMENTO


Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.

Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.

Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.

Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.

Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.

Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:

-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
-preparam o corpo para atividades físicas;
- ativam a circulação.

No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.

Como deve ser feito?

A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.

Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.

Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.

Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

Por que fazer alongamentos?

Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade.

Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.

Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.

Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.

Quando alongar?

É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.

Como alongar?

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.

O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.

Alguns exemplos de alongamentos:





Fonte: Patrícia Bressan Gennari

quarta-feira, 27 de abril de 2011

DENTISTAS PODEM TER PROBLEMAS NA COLUNA, OMBROS E BRAÇOS


A odontologia é uma profissão que predispõe o cirurgião-dentista a situações de estresse físico e psíquico podendo causar patologias do sistema músculoesquelético, que levam à incapacitação para o trabalho, caso não sejam observados os princípios de ergonomia.


Ergonomia

Ergonomia pode ser definida como o estudo de aspectos do trabalho e sua relação com o conforto e bem-estar do trabalhador. Ou ainda, o estudo da adaptação do trabalho ao homem.

Desgaste

Todo trabalho provoca um desgaste físico e psíquico àquele que o realiza. Em relação ao trabalho numa clínica odontológica não é diferente.



A pratica odontológica proporciona um desgaste físico consideravelmente grande para o cirurgião-dentista e isso faz com que o mesmo fique bastante vulnerável a vários problemas músculoesqueléticos. Existem fatores que contribuem para essa existência e o aumento desses problemas como: estresse físico e mental, falta de intervalos entre atendimentos, falta de alongamentos e repousos, longa jornada de trabalho, a pressão sobre o profissional em seu ambiente de trabalho, falta de exercícios físicos e principalmente posturas inadequadas para a execução das tarefas.


Mas por que os dentistas podem ter problemas na coluna, ombros e braços?

O cirurgião-dentista posiciona-se de pé ao lado da cadeira, com o paciente sentado. Nessa posição há uma grande carga de pressão concentrada sobre os membros inferiores, há uma sobrecarga nos ligamentos, tendões, músculos e articulações, o retorno venoso fica dificultado e o sangue concentra-se nos pés e nas pernas; há um aumento do débito cardíaco, havendo sobrecarga do sistema circulatório. A posição do corpo é alterada com frequência e o apoio quase sempre realizado em único pé de cada vez. Isso tudo provoca esforços excessivos sobre a coluna, ombros e braços.

A ergonomia aplicada à odontologia não é diferente das outras áreas ou aplicações, pois procura obter meios e sistemas para diminuir o estresse físico e mental,
prevenir as doenças relacionadas à prática odontológica.

Forma de se sentar
Existe uma cadeira projetada especialmente para melhorar a ergonomia no ambiente de trabalho dos cirurgiões-dentistas, o assento do mocho, o qual obriga o cirurgião-dentista a sentar-se na parte mais posterior dos glúteos, sobre os ísquios. Isso faz com que a coluna vertebral fique automaticamente ereta.

Os ísquios anatomicamente situam-se na base dos glúteos - bumbum
A fisioterapia deve participar com seu conteúdo para a reabilitação, manutenção e promoção da saúde, impedindo que lesões e patologias possam ocorrer.

Para tanto, utiliza a aplicação de recursos fisioterapêuticos, como por exemplo, prevenção do desconforto ou queixas músculo-esqueléticas nas atividades laborais; estudo ergonômico do trabalho, junto à equipe de saúde e segurança do trabalho. Outro recurso é a aplicação de técnicas de relaxamento, alongamentos e fortalecimento muscular que proporcionam ao cirurgião dentista a prevenção de patologias. O músculo alongado e resistente produz força com menor fadiga e transfere menor carga às junções miotendíneas e osteotendíneas (estruturas anatômicas dos músculos), prevenindo lesões.

Método Pilates

O método Pilates consiste no ensino cuidadoso dos movimentos que compõem os exercícios de alongamento, flexibilidade, tonificação e individualização das estruturas corporais, com ênfase no alinhamento postural. Concentra-se na atenção, controle, respiração e no recrutamento das fibras musculares, para construir o movimento preciso melhorando o padrão postural e a consciência corporal pelo constante estímulo da estrutura músculo-esquelética, na forma geral e específica, desencadeando a lubrificação e o fortalecimento das articulações e uma melhor qualidade de vida.

Através do Pilates o cirurgião-dentista pode prevenir lesões, manter seu corpo saudável e mais resistente.

A incorporação do método Pilates nos exercícios de solo, bola e aparelhos permitirá que o praticante desenvolva alongamento, força muscular e melhor postura utilizando-se de todos os grupos musculares.

O método não possui contraindicação e pode ser utilizado por pessoas de todas as idades e todos os níveis de condição física, desde o sedentário, até o atleta de alto nível.

O método Pilates foi criado em 1920 pelo alemão Joseph H. Pilates (1880 – 1967). Segundo ele, após as 10 primeiras aulas iniciam-se as primeiras modificações corporais; após 20 aulas, essas modificações se tornam mais visíveis e após 30, as mudanças podem ser notadas por nossos semelhantes.

Por favor, encaminhem este post aos seus colegas dentistas!!!

FONTE: Blog Faça Fisioterapia

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dia Mundial da Saúde - 7 de Abril de 2011 - Combate à Resistência Antimicrobiana é tema escolhido pela OMS.

O combate à resistência antimicrobiana é o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para marcar o Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de Abril de 2011. A resistência ocorre quando os microorganismos - bactérias, vírus, fungos e parasitas - se tornam resistentes à maior parte dos remédios usados nos tratamentos e passam a ser chamados de superbactérias.

Segundo informações da OMS, a resistência aos antimicrobianos ameaça vários tratamentos, como o controle do HIV, da malária e da tuberculose - três das principais causas de mortalidade por doenças infecciosas no mundo. Os germes resistentes elevam o risco de morte, são transmitidos entre as pessoas e geram grandes custos tanto para os pacientes quanto para a sociedade. A cada ano surgem no mundo 440 mil casos de tuberculose resistentes e cerca de 150 mil óbitos.

A organização alerta que o aumento de casos está relacionado ao uso indiscriminado de medicamentos, principalmente antibióticos, ao abandono de tratamentos, prescrições erradas, remédios de baixa qualidade e falta de controle e empenho por parte dos governos.

No Dia Mundial da Saúde, a OMS lançará uma política com seis pontos para o controle da resistência antimicrobiana e apelará aos países e autoridades de saúde para que a adotem. Por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a venda de antibióticos nas farmácias e drogarias do País somente pode ser realizada com apresentação de duas vias da prescrição médica. A iniciativa pretende restringir a automedicação. Uma via é retida pelo estabelecimento e a outra é devolvida ao paciente.

Nos FISIOTERAPEUTAS, temos grande importância no combate ao uso indiscriminado destes medicamentos, já que muitas vezes nos lidamos com pacientes que fazer o uso destes medicamentos, as vezes até sem prescrição médica.

Fonte: Instituto Racine.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Registro Profissional


"O PROFISSIONAL SÓ PODERÁ INICIAR SUAS ATIVIDADES COM SEU REGISTRO EM MÃOS DE ACORDO COM A LEI 6.316/75 ART. 12 RESOLUÇÃO COFFITO 29/82, SOB PENA DE INCORRER NAS IRAS DO ARTIGO 47 DO DECRETO LEI 3.688/41 (LEI DE CONTRAVENÇÕES PENAIS)."

sábado, 29 de janeiro de 2011

Especialidades reconhecidas pelo COFFITO

As especialidades da Fisioterapia reconhecidas pelo COFFITO – Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional são:

  • Fisioterapia Dermato-Funcional
  • Fisioterapia Esportiva
  • Fisioterapia do Trabalho
  • Fisioterapia Neuro-Funcional
  • Fisioterapia Onco-Funcional
  • Fisioterapia Respiratória
  • Fisioterapia Traumato-Ortopédica
  • Fisioterapia Urogineco-Funcional
  • Osteopatia e Quiropraxia
  • Fisioterapia em Saúde coletiva
  • Fisioterapia em Saúde da Mulher

Fonte: COFFITO, Janeiro/2011.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

FISIOTERAPIA - O CURSO


O foco do curso de bacharelado em Fisioterapia é a formação do Fisioterapeuta, profissional da área de saúde, de cunho generalista, capacitado para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, ou seja, promoção, prevenção, tratamento e reabilitação.

A estrutura curricular do curso está baseada na integração teórico-prática, desde o primeiro período. Abrange conhecimentos de áreas biológicas básicas, humanas e de formação profissional específica. Esta inicia-se com o estudo do processo de fundamentação histórica, teórica e metodológica da Fisioterapia, para, depois, introduzir disciplinas que abordam o objeto de estudo - movimentohumano - e os recursos fisioterápicos. A seguir, evolui para a análise das diferentes patologias que determinam disfunções passíveis de abordagem fisioterápicas e conclui com disciplinas clínicas, realizadas sob a forma de estágio supervisionado, em ambulatórios, hospitais e comunidades.


O Fisioterapeuta é um profissional liberal e autônomo que atua nos diversos níveis de atenção à saúde, utilizando-se do movimento, de recursos físicos e naturais - água, luz, calor, frio, eletricidade - e de técnicas próprias que o capacitam para o entendimento do indivíduo, objetivando prestar-lhe assistência não só no sentido de sua recuperação física e funcional, mas em outras exigências de saúde, observando, qualquer que seja a situação, sua totalidade biopsicossocial e preservando-lhe a qualidade de vida. A partir do diagnóstico clínico, ele avalia o cliente, prescreve e executa o tratamento, estabelece as suas etapas, os métodos, técnicas e recursos apropriados a cada caso específico, trata o cliente e reavalia sistematicamente seu trabalho, pelo qual é o único responsável. Relaciona-se, cooperativamente, com os demais membros da área da saúde ou outras áreas profissionais. O processo terapêutico em Fisioterapia concretiza-se, primordialmente, pela existência do binômio terapeuta/paciente, estabelecendo-se por meio dele.


O Fisioterapeuta pode atuar nas seguintes especialidades: Ortopedia, Traumatologia, Reumatologia, Neurologia, Endocrinologia, Dermatologia, Pneumologia, Cardiologia, Ginecologia e Obstetrícia, Geriatria e nas áreas de esportes, estética, saúde pública e saúde do trabalhador, podendo essa atuação se fazer em: centros comunitários; centros de reabilitação; centros de saúde; clínicas; clubes esportivos; consultórios; creches; domicílio dos clientes; empresas; estabelecimentos de ensino superior; hospitais.


Fonte: UNIVERSIDADE DE ITAÚNA. GRADUAÇÃO. ACESSADO EM 13/01/2011.

http://www.uit.edu.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=50:fisioterapia-&catid=35:cursos&Itemid=67

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...