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domingo, 27 de outubro de 2013

QUAL A DIFERENÇA FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL?

Algumas pessoas desconhecem a diferença entre a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, acreditando que uma substitui a outro, ou mesmo que não existe diferença entre as profissões. 

A fisioterapia e a Terapia ocupacional são profissões distintas, ambas da área da saúde, de formação de nível superior. Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais são profissionais que cuidam da saúde, de maneira diferente, e trabalham de forma complementar. 

Uma pessoa que pode ser atendida por uma fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional para cuidar de um mesmo problema ou mesmo de problemas diferentes.

O terapeuta ocupacional trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dai-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.

O terapeuta ocupacional se ocupa da realização de atividades desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas que apresentem quaisquer alterações na realização de atividades de autocuidado ou de interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.

O Fisioterapeuta trabalha com recursos físicos, voltados à promoção, prevenção tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários à realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.

O fisioterapeuta trabalha com recurso físicos, voltados à promoção, prevenção, tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. 
Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários è realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos. 

O fisioterapeuta se ocupa do corpo em movimento, desde os movimentos mais simples e reflexos, aos mais complexos e integrados, em sua ambiência doméstica e de trabalho, nos espaços urbanos e rurais, favorecendo a locomoção e interação necessárias à participação social, o autoconhecimento e a exploração de potencialidades cinéticas (motoras) em busca de melhor funcionalidade e qualidade de vida. 

Fonte: Crefito 2

Fisioterapeutas também podem ministrar aulas de Ginástica Laboral


A resolução nº 385, de 08 de julho de 2011, publicada no Diário Oficial da União nº 05, Seção 1, em 07/01/2011 na página 87; dispões sobre o uso da ginástica laboral pelo fisioterapeuta e dá outras providências.


O Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, no uso das atribuições conferidas pelo inciso II do Art. 5° da Lei 6.316 de 17 de setembro de 1975, em sua 211ª Reunião Ordinária, realizada no dia 08 de junho de 2011, na sede do CREFITO-8, situada na Rua Jaime Balão, 580, Hugo Lange, Curitiba-PR, deliberou:

CONSIDERANDO o que estabelece a Resolução COFFITO 08 de 20/02/1978 CONSIDERANDO o que dispõe a Resolução COFFITO 80/1987;
CONSIDERANDO a Resolução COFFITO 259 de 18/12/2003 que dispõe sobre fisioterapia do trabalho e define atribuições;
CONSIDERANDO que a Lei Federal 8080/1990 (Lei Orgânica da Saúde) em seu Art. 6º, § 3° regulamentou os dispositivos constitucionais sobre saúde do trabalhador;
CONSIDERANDO as propostas aprovadas na 3ª Conferencia Nacional de Saúde do Trabalhador realizada em 27 de novembro de 2006;
CONSIDERANDO a Resolução CNE/CES 4 de 19 de fevereiro de 2002 que normatiza as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Fisioterapia;
CONSIDERANDO a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) que estabelece o Código 2236-60 para o fisioterapeuta do trabalho reconhecendo sua atividade;
CONSIDERANDO o que dispõe a Norma Regulamentadora 17, anexa a Portaria 3.751, de 23 de novembro de 1990 (DOU de 26/11/90. Seção 1, p. 22.576 e 22.577);
CONSIDERANDO as ações de promoção da saúde, bem estar social e qualidade de vida da Organização Panamericana da Saúde (OPA) e Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil.

RESOLVE

Artigo 1º Compete ao Fisioterapeuta, para o exercício da Ginástica Laboral, atuar na promoção, prevenção e recuperação da saúde, por meio de elaboração do diagnóstico, da prescrição e indução do tratamento, a partir de recursos cinesiológicos e cinesioterapêuticos laborais, devendo observar:

a) Que a Ginástica Laboral, promovida pelo Fisioterapeuta, é uma atividade atinente à saúde físico-funcional das pessoas que se encontram na relação de trabalho, em todas as suas circunstâncias;

b) Que o Fisioterapeuta levará em conta as condições ergonômicas do posto de trabalho, a eleição e aplicação dos exercícios individuais ou em grupo;

c) Que o escopo da utilização desse método é a promoção da saúde e a prevenção de desvios físico-funcionais e ocupacionais próprios, além de pretender a melhoria do desempenho laboral e o tratamento das disfunções físico-funcionais;

d) Que a Ginástica Laboral pode ser exercida como atividade preparatória, compensatória, corretiva, de manutenção, entre outras.

e) Que o fisioterapeuta, no âmbito da ginástica laboral, atua em programas de promoção da saúde, qualidade de vida, PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), orientando na SIPAT (Semanas Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho) e junto às equipes de Segurança do Trabalho.

f) Que o fisioterapeuta, no âmbito de seu campo de atuação, realiza a análise biomecânica da atividade produtiva do trabalhador, considerando as diferentes exigências das tarefas nos seus esforços estáticos e dinâmicos, realiza, interpreta e elabora laudos de exames biofotogramétricos, solicita exames complementares que julgar necessário, tudo com o objetivo de elucidar seu diagnóstico e subsidiar sua conduta para a Ginástica Laboral.

g) Que a prescrição, indução do tratamento e avaliação do resultado deverão constar em prontuário cuja responsabilidade deverá ser assumida pelo Fisioterapeuta, inclusive quanto ao sigilo profissional, bem como a observância dos princípios éticos, bioéticos, técnicos e científicos.

Artigo 2° Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do COFFITO.
Artigo 3° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.


Dra. Elineth da Conceição da Silva Braga
Diretora-Secretária do COFFITO

Dr. Roberto Mattar Cepeda
Presidente do COFFITO



Fonte: COFFITO - Conselhor Federal de Fisioterapeita e Terapia Ocupacional. 
http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=2027&psecao=9 Acessado em 27/10/2013.



terça-feira, 30 de julho de 2013

Dor Ciática

O que é isso?

Dor ciática é a dor persistente sentida ao longo do nervo ciático. Este nervo é executado a partir da parte inferior das costas, descendo pelas nádegas e perna. É o maior nervo do corpo. A dor ocorre quando este nervo é comprimido ou lesionado. É mais comumente resultado de inflamação, alargamento ósseo devido a artrite ou um disco deslocado (hérnia) na parte inferior da coluna.


Sintomas:


A dor ciática causa começa na parte inferior das costas e se espalha pelas nádegas, pernas, panturrilha e, por vezes, chega ao pé. Às vezes, começa gradualmente, piora durante a noite, e é agravada pelo movimento. A dor ciática também pode causar formigamento, dormência ou fraqueza muscular na perna afetada.



Diagnóstico:

Para procurar por problemas em sua coluna vertebral e nervos relacionados, o seu fisioterapeuta pode pedir-lhe para executar uma série de testes que irá verificar a sua força muscular, reflexos e flexibilidade.


Teste de elevação da perna reta:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal.
- Objetivos: compressão nervosa da região lombar, compressão de nervo ciático ou encurtamentos musculares

- Descrição do teste: o terapeuta eleva passivamente o membro inferior com o joelho em extensão e verifica a reação do paciente.

- Tensão sobre o nervo ciático se dá entre 35° e 70° graus. A partir de 70° o estresse será maior na coluna lombar.

- É necessário prestar muita atenção no momento do teste, para que o terapeuta saiba diferenciar uma dor ciática ou encurtamento de isquiostibiais. Se a dor for do tipo queimação, choque, ardência, fisgada, ela poderá ser de origem neural., leve desconforto sugere encurtamento muscular.

- Sinais e sintomas: o paciente geralmente esboça uma reação dolorosa característica e isso será visível na observação de sua face.



Teste De Laségue:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal.

- Segue o mesmo raciocínio do teste de elevação da perna reta, agindo sobre o nervo ciático (L5,S1,S2)

- Objetivos: compressão nervosa da região lombar, compressão de nervo ciático.

- Durante a elevação passiva do membro inferior o terapeuta deverá parar a elevação no momento que o paciente começar a manifestar dor e, logo após o terapeuta deverá realizar uma dorsiflexão do pé do paciente para confirmar a suspeita de ciatalgia através da expressão dolorosa por parte do paciente.

- Sinais e sintomas: Na manobra de lasègue, o paciente refere uma forte dor inconfundível quando na presença de uma hérnia discal em nível de L4-L5 ou L5-S1 ou ainda no quadro da pseudociática, na qual o músculo piriforme está contraturado e "prende" o nervo ciático quando este atravessa o seu ventre.



Elevação Da Perna Oposta:

- Posição do paciente: deitado em decúbito dorsal. 

- Objetivo: avaliar presença de hernia discal ou pinçamento de nervo ciático.

- Descrição do teste: nesse teste o terapeuta eleva o membro inferior assintomático.

- Caso o paciente manifeste dor no membro que está sobre a maca é um indicativo de que o paciente seja portador de uma hérnia de disco.

- Sinais e sintomas: o paciente no momento do teste confirmará ou não a dor que poderá estar situada ou na coluna lombar ou no trajeto do nervo ciático.



Sinal da Corda de Arco ou Bowstring-Sign:

- Posição do paciente: decúbito dorsal. 

- Objetivo: verifica irritação ciática.

- Descrição do teste: O teste começa, com o terapeuta elevando o membro inferior com o joelho em extensão próximo a 70° e logo após realiza uma flexão passiva do joelho em torno de 20°, o terapeuta apalpa o nervo ciático na fossa poplítea.

- Caso haja uma manifestação dolorosa do paciente ao simples toque do nervo distendido, o teste será positivo.

- Sinais e sintomas: o paciente, no momento do teste, deverá estar relaxado e permitir a flexão passiva do membro inferior.

- Após a elevação do membro, o nervo ciático ficará tenso e caso haja a presença de hérnia discai na região lombar ou se o nervo estiver "preso" na sua passagem pelo músculo piriforme, o paciente manifestará a dor.



Duração esperado:

Ciática geralmente desaparece por si só após um período de descanso e atividades limitadas. A maioria das pessoas com dor ciática se sentem melhores dentro de 6 semanas. A dor que dura mais de 6 a 12 semanas deve levar a uma visita de acompanhamento com seu médico. Se os sintomas forem graves ou prolongados, pode ser encaminhados para um médico que se especializa no tratamento de dor nas costas.


Prevenção:

Uma vez que a dor ciática passe, existem exercícios, alongamentos e outras medidas que podem impedi-la de voltar. O fisioterapeuta pode desenvolver um programa personalizado de prevenção. Aqui estão alguns passos que você pode tomar, entretanto:


Pratique uma boa postura:
  • Quando ficar em pé, procure ficar alinhado, com os ouvidos na linha dos ombros. 
  • Alinhe também os ombros com seus quadris e seus glúteos.
  • Faça flexões abdominais. Estes exercícios fortalecem os músculos abdominais que ajudam a apoiar sua região lombar. 
  • Caminhadas e natação ajudam a fortalecer a região lombar.
  • Quando tiver que levantar objetos faça com segurança. Levante sempre de uma posição de cócoras, usando seus quadris e pernas para fazer o trabalho pesado. Nunca se curvar e levantar com as costas retas.
  • Evite ficar sentado ou em pé por longos períodos. Se você trabalha sentado, faça pausas regulares para ficar em pé e andar. 
  • Use a postura adequada para dormir. Tire a pressão de suas costas dormindo de lado e colocando um travesseiro sob os joelhos.
  • Sente-se numa cadeira e incline-se em direção ao chão, segure por 30 segundos e solte. Repita 6 a 8 vezes. Isso ajuda a alongar a lombar.
  • Evite usar saltos altos. Sapatos com saltos que são mais de 1 polegada de altura deslocam seu peso para a frente, jogando o corpo para fora do alinhamento.
Tratamento:



A dor ciática normalmente pode ser tratada com sucesso por um breve período de descanso e limitando as atividades diárias. Evite o repouso absoluto prolongado que pode realmente fazer a dor piorar. Comece exercícios suaves para melhorar a mobilidade e fortalecer as costas assim que puder. A fisioterapia convencional, osteopatia e acupuntura são ótimas alternativas para acabar com as dores.


Alguns tratamentos realizados pela Fisioterapia:
  • Terapia Manual:
Utiliza os recursos manuais para interferir na estrutura e função do organismo. A técnica ajuda a reconhecer a patologia e busca a recuperação da lesão encontrada.

  • Mobilização neural:

Atua na raiz e no trajeto nervoso, liberando-o de qualquer bloqueio (compressão ou aderência), e desta forma elimina a dor localizada.

  • Eletroterapia:

Utiliza equipamentos especializados, sendo que os mais usados são o de ‘ondas curtas’, ou seja, placas que aquecem os tecidos.

  • Hidroterapia:

São exercícios terapêuticos realizados em piscina aquecida e coberta, no qual se utiliza inúmeras técnicas de reabilitação, juntamente com os efeitos da pressão hidrostática, flutuação, viscosidade e os efeitos do calor, que vão resultar em diminuição da dor no nervo ciático.

  • Pilates:
Uma atividade física que trabalha todo o corpo, utilizando exercícios para fortalecer os músculos fracos, alongando os que estão encurtados e aumentando a mobilidade das articulações, sendo que os movimentos são feitos devagar e com muito controle para evitar estresse. 
  • Mesa de tração:
O paciente realiza os movimentos de tração, compressão e relaxamento da coluna, com a definição de uma carga mínima e outra máxima. Tais movimentos promovem uma abertura entre uma vértebra e outra. Assim, o nervo que passa pela coluna não fica comprimido.

Somente o fisioterapeuta está habilitado a realizar estes testes e tratamentos.

Fonte: Fisioterapia.com


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Atuação do Fisioterapeuta na Unidade de Terapia intensiva (UTI).

I. O que é uma Unidade de Terapia Intensiva?

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) caracteriza-se como um local para o adequado tratamento dos indivíduos que possuem um distúrbio clínico importante. Neste local existe um sistema de monitorização contínua que permite o rápido tratamento para os pacientes graves ou que apresentam uma descompensação de um ou mais sistemas orgânicos. A equipe que atua e presta atendimento neste local é multiprofissional, e é constituída por: médicos, enfermeiros, fisioterapeutas cardiorrespiratórios, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

II. Qual o papel do fisioterapeuta na UTI?

A fisioterapia aplicada na UTI tem uma visão geral do paciente, pois atua de maneira complexa no amplo gerenciamento do funcionamento do sistema respiratório e de todas as atividades correlacionadas com a otimização da função ventilatória. É fundamental que as vias aéreas estejam sem secreção e os músculos respiratórios funcionem adequadamente. A fisioterapia auxilia na manutenção das funções vitais de diversos sistemas corporais, pois atua na prevenção e/ou no tratamento das doenças cardiopulmonares, circulatórias e musculares, reduzindo assim a chance de possíveis complicações clínicas. Ela também atua na otimização (melhora) do suporte ventilatório, através da monitorização contínua dos gases que entram e saem dos pulmões e dos aparelhos que são utilizados para que os pacientes respirem melhor. O fisioterapeuta também possui o objetivo de trabalhar a força dos músculos, diminuir a retração de tendões e evitar os vícios posturais que podem provocar contraturas e úlceras de pressão.

III. Quais recursos o fisioterapeuta utiliza nas UTIs?

O fisioterapeuta utiliza técnicas, recursos e exercícios terapêuticos em diferentes fases do tratamento, sendo necessário para alcançar uma melhor efetividade a aplicação do conhecimento e das condições clínicas do paciente. Assim, um plano de tratamento condizente é organizado e aplicado de acordo com as necessidades atuais dos pacientes, como o posicionamento no leito, técnicas de facilitação da remoção de secreções pulmonares, técnicas de reexpansão pulmonar,técnicas de treinamento muscular, aplicação de métodos de ventilação não invasiva, exercícios respiratórios e músculo-esqueléticos.


IV. Qual vantagem de ter o fisioterapeuta dentro da equipe multidisciplinar?

A presença do especialista em fisioterapia cardiorrespiratória é uma das recomendações básicas de todas as UTIs. O trabalho intensivo dos fisioterapeutas diminui o risco de complicações do quadro respiratório, reduz o sofrimento dos pacientes e permite a liberação mais rápida e segura das vagas dos leitos hospitalares. A atuação profissional também diminuiu os riscos de infecção hospitalar e das vias respiratórias, proporcionando uma economia nos recursos financeiros que seriam usados na compra de antibióticos e outros medicamentos de alto custo. Diante disso, a atuação do fisioterapeuta especialista nas UTIs implica em benefícios principalmente para os pacientes, mas também para o custo com a saúde num geral.


Fonte: Assobrafir - Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fisioterapia ajuda a respirar melhor

Especialidade trata e previne doenças ligadas às vias aéreas, comuns nessa época do ano. Exercícios ajudam a aumentar capacidade pulmonar

Vítima de sinusite crônica, a professora Ana Lúcia de Souza
recorreu à ajuda da fisioterapeuta Juliana Fonseca:
"Antes entrava no antibiótico e não dormia.
Agora, durmo muito bem
"

O avanço do outono já anuncia a chegada de um dos períodos do ano mais temidos por pessoas que convivem com doenças respiratórias: o inverno. A baixa umidade do ar é ingrediente certeiro para o ressecamento das vias aéreas, abrindo brecha para complicações provocadas pela sinusite, bronquite e asma. Para amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida daqueles que são acometidos por essas doenças, uma especialidade da fisioterapia – até então muito associada à ortopedia esportiva – se mostra a principal aliada.


A fisioterapia respiratória ganha cada vez mais visibilidade no tratamento e prevenção de enfermidades ligadas às vias aéreas. Com a adoção de técnicas que incluem higiene, estímulo expectoração, ampliação da capacidade respiratória e fortalecimento da musculatura torácica, é possível mitigar as principais reações provocadas por essas doenças. “Pessoas que têm alteração no sistema respiratório precisam readequá-lo. Com técnicas de fisioterapia que incluem exercícios, é possível reaprender a respirar, usando maiores volume e capacidade pulmonares”, explica Silano Souto Mendes Barros, fisioterapeuta com especialização em fisioterapia em terapia intensiva.

Ao ampliar a capacidade respiratória, a oxigenação dos tecidos é favorecida e o resultado é a melhoria da qualidade de vida. “Do contrário, as pessoas ficam cansadas mais rápido, reduzem as atividades físicas e podem comprometer inclusive a vida sexual e rendimento no trabalho”, observa Silano. Por isso a importância de priorizar uma respiração correta e que amplie a capacidade pulmonar. Segundo Jocimar Martins, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespitarória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), a especialidade tem papel fundamental na melhoria do condicionamento muscular. “E com isso, são maiores os benefícios fisiológicos e capacidade de praticar exercícios”, acrescenta.

Preparo para crises

Os resultados vão além. Há ainda técnicas que preparam o corpo para reagir da melhor forma possível a uma futura crise. “Com a fisioterapia, é realizado o fortalecimento da musculatura respiratória, que ganha resistência. Com isso o condicionamento físico melhora e o controle da respiração também. Esse processo permite prevenir as crises”, observa a professora de fisioterapia da Faculdade Estácio de Sá Juliana Fonseca.

Com o avanço das sessões e melhoria do quadro do paciente, fatalmente o uso de medicamentos será reduzido. “Esste é um grande aliado do tratamento medicamentoso. Uma pessoa com asma, por exemplo, pode reduzir a quantidade de remédio e ficar apenas com a bombinha no caso de ter uma crise”, afirma a especialista. A professora Ana Lúcia Faria de Souza é prova dos resultados do tratamento. “Antes de fazer a fisioterapia, eu ia direto para o hospital e entrava no antibiótico. Hoje não tomo mais”, conta.

Vítima de uma sinusite crônica, ela nunca imaginou que existisse tratamento fisioterapêutico para seu caso. “Foi o médico que indicou. Hoje não fico mais sem principalmente porque antes não dormia, por conta da apneia. Agora durmo muito bem”, garante. Durante as sessões, Ana Lúcia passa por uma série de etapas, entre elas a de fortalecimento dos músculos respiratórios. “Existe uma forma de abdominal que auxilia nesse processo e com isso me sinto muito melhor. Além disso, faço exercícios para manter a respiração mais leve”, explica. As sessões incluem ainda um procedimento fundamental, a limpeza das vias aéreas superiores, ou seja, o nariz. “Com o uso de soro fisiológico limpa-se tudo e respiro muito melhor”, explica a professora.

Secreção deve ser expelida

Quem sofre de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) – conjunto de doenças que inclui bronquite e enfisema, por exemplo – deve aprender a viver com a constante hipersecreção. A tosse e o transporte mucociliar são importantes mecanismos de expulsão dessa secreção, mas ficam comprometidos em pessoas que apresentam as doenças respiratórias.

Esse é um fator que requer bastante atenção. Segundo Jocimar Martins, da Assobrafir, o acúmulo de secreção brônquica, principalmente em regiões periféricas, torna-se um meio propício para colonização de bactérias, infecções e até hospitalização. “Porém, esse ciclo pode ser alterado por meio de diferentes intervenções. Várias técnicas de fisioterapia respiratória têm sido desenvolvidas para aumentar a remoção da secreção em pacientes em que a retenção ocorre nos brônquios”, observa.

Entre elas, a técnica Eltgol, que alcança regiões do pulmão onde a tosse não consegue chegar e, dessa forma, não é eficaz no processo de expulsão. “Essas secreções retidas podem provocar pneumonia e piorar o quadro do paciente”, alerta Jocimar, que liderou um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e premiado no Congresso da European Respiratory Society, na Alemanha, em 2006, mostrando os efeitos da técnica Etgol.

Outra importante alternativa para reduzir o processo de produção da secreção é manter a umidade do nariz. “Quando o tempo está muito seco, as vias aéreas superiores têm um desgaste muito grande para umidificar e aquecer o ar para chegar de forma adequada ao pulmão”, explica Jocimar. Para não colocar a mucosa sob estresse, é fundamental a limpeza constante do nariz com soro fisiológico. “De manhã e à noite já é suficiente para não deixar acumular essa secreção”, orienta a especialista.

Por Paula Takahashi - Estado de Minas

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

13 de Outubro - Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional



No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data.

O QUE FAZ?

O fisioterapeuta trata doenças e lesões causadas por acidentes, má-formação genética ou vícios de postura, seja prevenindo, reabilitando ou curando.

A prevenção é considerada, inclusive, a primeira atribuição da fisioterapia, cujo profissional deve alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em determinadas situações.

A fisioterapia de reintegração ou reabilitação visa reintegrar a pessoa à sociedade. Geralmente o fisioterapeuta estimula o potencial neurológico do paciente que sofreu lesões na área neurológica ou perdeu algum dos membros.

Já a fisioterapia curativa tem o objetivo de devolver os movimentos perdidos em decorrência de lesões graves ou restabelecer a força e vitalidade dos músculos.

Independente do tipo de intervenção, o fisioterapeuta pode atuar em vários ramos da medicina como a ortopedia, obstetrícia, pediatria, geriatria, reumatologia, medicina esportiva, neurologia, cardiologia e pneumologia.

O profissional pode escolher uma dentre várias das áreas existentes no mercado de trabalho, incluindo fisioterapia clínica, trabalhando em hospitais, consultórios, clínicas, centros de reabilitação e ambulatórios; saúde coletiva, onde elabora programas de saúde; educação, lecionando ou desenvolvendo pesquisa e em saúde esportiva, recuperando atletas. Além de se especializar em determinadas atividades terapêuticas como acupuntura, quiropraxia e osteopatia.

ONDE ESTUDAR?

Com duração de 4 a 5 anos, o curso superior em Fisioterapia tem disciplinas específicas como Anatomia, Bioquímica, Biofísica, Histologia, Embriologia, Fisioterapia, Metodologia, Prática Desportiva, Psicologia, Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Patologia, Primeiros Socorros, Saúde Pública, Cinesiologia e Cinesioterapia.

domingo, 9 de setembro de 2012

Idosa encontra no Pilates forma de se recuperar de três AVCs em Manaus

Método Pilates fortalece musculatura e auxilia na manutenção da postura. Idosa conseguiu recuperar movimentos do lado direito do corpo.

Técnica respeita o limite de cada aluno 
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)
Quem vê a dona de casa Donor Azaro D’Lippi, de 76 anos, praticando Pilates, método de controle e fortalecimento muscular, não imagina a importância da técnica na vida dela. Depois de sofrer três acidentes vasculares em três anos consecutivos (1989, 1990 e 1991), ela começou a realizar Pilates diariamente, contribuindo para recuperar os movimentos do lado direito do corpo.


"No início, eram três horas de manhã e três à tarde de fisioterapia e depois me voltei ao Pilates”, disse Donor ao mencionar que frequenta as sessões de duas a três vezes por semana. “Pilates é fundamental na minha vida”.

Segundo a fisioterapeuta, Lucélia Sant’Anna, realizar Pilates ajuda as pessoas a adquirirem uma postura melhor e terem mais disposição para a rotina de trabalho, além de fortalecer os músculos. Uma sessão de Pilates dura uma hora e é indicado para todas as faixas etárias, com exceção de crianças menores de quatro anos. “Quem inicia Pilates desde criança tem a possibilidade de crescer com a musculatura fortalecida. O abdômem é a base de tudo e vai sendo exercitado com o passar dos anos”, diz Lucélia.

Na história da técnica, Joseph Pilates criou o primeiro studio do método em 1923. Desde então, as casas especializadas se espalharam pelo mundo. Segundo a fisioterapeuta, quem não gosta do ambiente agitado de academias encontra no Pilates a calmaria que precisa. "Muita gente não gosta da agitação e procura o Pilates porque trabalha o corpo aliado a respiração. É quando podemos intensificar os exercícios”, explicou. 

O método prioriza trabalhar com os limites de cada indivíduo. É levado em consideração o ritmo e o que já pode ter ocorrido com os músculos dos pacientes. Uma sessão envolve no máximo quatro pacientes e o atendimento personalizado é exigido para que o resultado seja satisfatório. “Durante a sessão é comum ficar corrigindo a postura de quem está na sessão. A gente sempre diz que há um passado do cliente que precisa ser percebido. Não é só uma coluna vertebral, se trabalha com a mente também”, afirma a fisioterapeuta.


Fonte: Girlene Medeiros do G1 AM.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

8 DE SETEMBRO - DIA MUNDIAL DA FISIOTERAPIA


Promovido pela World Confederation for Physical Therapy (WCPT), o Dia Mundial da Fisioterapia será assinalado dia 8 de Setembro, este ano sob o lema “Em forma para a vida”. À semelhança de anos anteriores, o tema central deste dia associa o movimento físico à promoção da saúde. “Se deseja continuar saudável, mantenha-se em movimento – ao longo de toda a sua vida” é o apelo comum aos diversos materiais informativos do Dia Mundial da Fisioterapia 2012.

De acordo com a WCPT, este dia é uma oportunidade para os fisioterapeutas de todo o mundo promoverem acções de sensibilização sobre o «contributo crucial» da sua profissão em manter as pessoas saudáveis, independentes e com mobilidade.

 Mais informações:

sábado, 17 de dezembro de 2011

FISIOTERAPIA É TERCEIRA PROFISSÃO MAIS FELIZ DO MUNDO

Pesquisa feita pela Universidade de Chicago lista as profissões mais felizes do mundo


Uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago e divulgada pela revista "Forbes" listou as dez profissões mais felizes do mundo.

A maioria delas é focada em áreas que se preocupam em ajudar as pessoas, espiritual ou fisicamente.

Outras ainda se destacam pela maior autonomia e possibilidade de criação.


Veja a lista completa:
1º - Clérigos
2 º - Bombeiros
3 º - Fisioterapeutas
4 º - Escritores
5 º - Professores de educação especial
6 º - Professores
7 º - Artistas
8 º - Psicólogos
9 º - Vendedores de serviços financeiros
10 º - Engenheiros de operação

A revista ainda listou o outro lado, com os dez trabalhos mais odiados, reunidos a partir de uma pesquisa feita pelo site "CarrerBliss".

Curiosamente, as profissões listadas como as mais odiadas tem salários maiores que as que fazem as pessoas mais felizes.

Veja a lista:

1º - Diretor de tecnologia da informação
2º - Diretor de vendas e marketing
3º - Gerente de produto
4º - Desenvolvedor web sênior
5º - Especialista técnico
6º - Técnico em eletrônica
7º - Secretário judicial
8º - Analista de suporte técnico
9º - Operador de CNC
10º - Gerente de marketing

Segundo analistas, apesar das carreiras mais odiadas pagarem melhor, o fato de a maioria delas não causar satisfação pessoal no sentido de fazer as pessoas se sentirem engajadas em algo, pesa contra elas.

Fonte: Folha de S.Paulo

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

13 de outubro - Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional


Em 13 de outubro, os Fisioterapeutas e os Terapeutas Ocupacionais de todo o país comemoram o seu dia. Nessa data, no ano de 1969, entrou em vigor o Decreto-Lei n°. 938, que trouxe a regulamentação das profissões, colaborando para o reconhecimento e a valorização dessas atividades. 

Seis anos depois, em 1975, foi criado o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), que veio exercer o controle ético, científico e social das atividades da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional, dos profissionais e das empresas prestadoras de tais serviços.

Ao longo dessas quatro décadas de regulamentação, as profissões conquistaram o reconhecimento da sociedade. E hoje, são valorizadas e estão inseridas em todos os níveis de atenção à saúde, seja na promoção, na prevenção e / ou na recuperação de pacientes. 

Para o presidente do Conselho, Roberto Cepeda, o Coffito teve uma participação fundamental nessas conquistas. “Como entidade de maior representação nacional, o Coffito contribui ao longo do tempo para o engrandecimento, o crescimento, o fortalecimento e o reconhecimento social e científico das profissões. Nossa luta é constante para garantir a melhoria das profissões”, destaca o presidente.

É com muito orgulho e satisfação que o Coffito parabeniza os 152.250 fisioterapeutas e 13.444 terapeutas ocupacionais brasileiros que promovem e preservam a vida!

Fonte: Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - COFFITO.

domingo, 10 de julho de 2011

Um ano de formados!!!

(Formandos Fisioterapia Universidade Itaúna -  10 de julho de 2010)

Caros colegas,

Hoje completamos um ano de formados, espero que todos estejam bem e felizes com a nossa profissão.

Um grande abraço à todos!!!

Saudades!!!

domingo, 12 de junho de 2011

Sedentarismo em Profissional da Saúde



O sedentarismo prevalece entre 27,5% dos profissionais de saúde. A pesquisa também apontou um maior percentual de sedentarismo em profissionais que trabalham em municípios de grande porte e têm alto nível socioeconômico.

Para o estudo, publicado na revista Cadernos de Saúde Pública da Fiocruz, foram analisados 3.347 trabalhadores. O trabalho, feito por pesquisadores das universidades federais de Santa Catarina e de Pelotas abrangeu profissionais de saúde de 240 unidades básicas de saúde (UBS) nas regiões Sul e Nordeste do Brasil.

"É urgente a necessidade de estratégias para estimular os profissionais de saúde a uma mudança de comportamento", alertam os pesquisadores no artigo. "Nesse sentido, cabe destacar a importância de projetos de capacitação de profissionais de saúde para a orientação e a prática de atividade física, a articulação entre profissionais de UBS e educadores físicos, e estudos de intervenção sobre a temática".

Trabalhadores da saúde

Todos os profissionais das UBS avaliadas foram convidados a participar do estudo, o que incluiu médicos, enfermeiros, nutricionistas, odontólogos, psicólogos, técnicos e auxiliares de enfermagem, recepcionistas e agentes comunitários de saúde.

A média de idade encontrada foi de 37 anos e, em termos de atividade profissional, 33% eram agentes comunitários de saúde.

Com relação às regiões do país, os profissionais se mostraram mais sedentários em municípios com mais de 500 mil habitantes, tanto no Sul (33,8%), quanto no Nordeste (28,8%).

Nos municípios com menos de 200 mil habitantes as prevalências variaram de 24% no sul a 21,8% no nordeste.

Mais rico, mais sedentário

"O sedentarismo foi significativamente maior naqueles que trabalham no modelo tradicional de UBS em relação àqueles vinculados ao programa de saúde da família (PSF)", comentam os pesquisadores. Além disso, trabalhar na UBS até 20 horas por semana e executar suas funções em um regime de trabalho precário não mostraram associação com o sedentarismo.

"A hipótese é que as práticas de deslocamento ativo, serviços domésticos pesados, atividades física pesada no trabalho sejam mais frequentes entre os pobres, gerando maior nível de atividade física total em comparação aos ricos, os quais apresentam maior prática de atividades física no lazer", explicam os pesquisadores.

Sedentarismo e educação

"A escolaridade esteve associada ao sedentarismo no Nordeste, e os profissionais com pós-graduação foram os mais sedentários", afirmam os pesquisadores. "Já no Sul, o tabagismo mostrou-se associado ao sedentarismo, o que nãofoi verificado no Nordeste".

Os pesquisadores ainda apontam a possível necessidade de orientação desses profissionais de saúde nas UBS.

"Os resultados também estimulam a pensar na possibilidade real da presença de profissional de educação física no grupo de profissionais que atendem a população, pela possibilidade de contribuir para a mudança de comportamento entre seus colegas profissionais e pelos benefícios que podem estender-se à população em geral que utiliza as UVS", concluem os pesquisadores.

Fonte: Jornal da Saúde

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Registro Profissional


"O PROFISSIONAL SÓ PODERÁ INICIAR SUAS ATIVIDADES COM SEU REGISTRO EM MÃOS DE ACORDO COM A LEI 6.316/75 ART. 12 RESOLUÇÃO COFFITO 29/82, SOB PENA DE INCORRER NAS IRAS DO ARTIGO 47 DO DECRETO LEI 3.688/41 (LEI DE CONTRAVENÇÕES PENAIS)."

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

FISIOTERAPIA - O CURSO


O foco do curso de bacharelado em Fisioterapia é a formação do Fisioterapeuta, profissional da área de saúde, de cunho generalista, capacitado para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, ou seja, promoção, prevenção, tratamento e reabilitação.

A estrutura curricular do curso está baseada na integração teórico-prática, desde o primeiro período. Abrange conhecimentos de áreas biológicas básicas, humanas e de formação profissional específica. Esta inicia-se com o estudo do processo de fundamentação histórica, teórica e metodológica da Fisioterapia, para, depois, introduzir disciplinas que abordam o objeto de estudo - movimentohumano - e os recursos fisioterápicos. A seguir, evolui para a análise das diferentes patologias que determinam disfunções passíveis de abordagem fisioterápicas e conclui com disciplinas clínicas, realizadas sob a forma de estágio supervisionado, em ambulatórios, hospitais e comunidades.


O Fisioterapeuta é um profissional liberal e autônomo que atua nos diversos níveis de atenção à saúde, utilizando-se do movimento, de recursos físicos e naturais - água, luz, calor, frio, eletricidade - e de técnicas próprias que o capacitam para o entendimento do indivíduo, objetivando prestar-lhe assistência não só no sentido de sua recuperação física e funcional, mas em outras exigências de saúde, observando, qualquer que seja a situação, sua totalidade biopsicossocial e preservando-lhe a qualidade de vida. A partir do diagnóstico clínico, ele avalia o cliente, prescreve e executa o tratamento, estabelece as suas etapas, os métodos, técnicas e recursos apropriados a cada caso específico, trata o cliente e reavalia sistematicamente seu trabalho, pelo qual é o único responsável. Relaciona-se, cooperativamente, com os demais membros da área da saúde ou outras áreas profissionais. O processo terapêutico em Fisioterapia concretiza-se, primordialmente, pela existência do binômio terapeuta/paciente, estabelecendo-se por meio dele.


O Fisioterapeuta pode atuar nas seguintes especialidades: Ortopedia, Traumatologia, Reumatologia, Neurologia, Endocrinologia, Dermatologia, Pneumologia, Cardiologia, Ginecologia e Obstetrícia, Geriatria e nas áreas de esportes, estética, saúde pública e saúde do trabalhador, podendo essa atuação se fazer em: centros comunitários; centros de reabilitação; centros de saúde; clínicas; clubes esportivos; consultórios; creches; domicílio dos clientes; empresas; estabelecimentos de ensino superior; hospitais.


Fonte: UNIVERSIDADE DE ITAÚNA. GRADUAÇÃO. ACESSADO EM 13/01/2011.

http://www.uit.edu.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=50:fisioterapia-&catid=35:cursos&Itemid=67

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